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Mostrando postagens de Julho, 2020

A Empregabilidade no setor de Videojogos em Portugal

Muitas das pessoas que procuram a GAMEscola Portugal para aprender a programar videojogos nos questionam: e quanto à empregabilidade? Quais são as saídas profissionais? Em primeiro lugar, o mercado de desenvolvimento de videojogos em Portugal existe. Ainda é pequeno, mas existe. Aliás, para Ricardo Cesteiro, co-fundador do estúdio Camel 10, "pequeno" é um adjetivo "simpático" para definir o mercado de videojogos portugueses. Para ele, trabalhar com videojogos em Portugal "não é fácil mas é possível". Aos 38 anos, Cesteiro é um veterano nesta área. Há 14 anos deixou um trabalho como consultor informático na banca para se arriscar a tempo inteiro na paixão dos videojogos. Em 2009, depois de uma tentativa falhada, ajudou a fundar a Camel 101, que é hoje uma pequena empresa com três pessoas a tempo inteiro. Desenvolve tanto jogos casuais (por exemplo, puzzles para encontrar objectos no fundo do oceano), como jogos de mistério com narrativas mais complexas.  Al